Agora eu que digo: Seguindo a matéria abaixo, do site G1 sobre o rap feminino, era de se esperar que fosse desse jeito? Mas é claro que sim!
A evolução no rap estava mais do que clara. Letras mais flexíveis com nova linguagem é o que se vê nesse rap reinventado, e sempre haverá um público aguardando-as pra ouvir e dançar. É muito claro pra mim, a certeza de que sempre somos receptíveis ao novo, ao que se transforma. Eu mesma, sempre gostei de escrever rimas, letras, mas sempre com um lado mais poético, procurando me entrosar no jogo das palavras. A língua portuguesa é demais.
Quando falamos de rap feminino ainda assim há um quê a mais. No geral, a filosofia de vida é outra, as vivências são outras e nada mais natural que as letras de rap sejam mais suaves, mesmo que em algumas letras existam a revolta e a indignação que embolam por dentro. Só é abordado de uma forma diferente.
O grande barato disso tudo é que há espaço pra todos que quiserem se manifestar. A arte não tem limites e o rap no Brasil é muito aberto a novas identidades, se essas tiverem personalidade e atitude suficiente pra botar a cara. As minas estão no caminho certo. Espaço tem de sobra, é só saber chegar.
Valeu!
A evolução no rap estava mais do que clara. Letras mais flexíveis com nova linguagem é o que se vê nesse rap reinventado, e sempre haverá um público aguardando-as pra ouvir e dançar. É muito claro pra mim, a certeza de que sempre somos receptíveis ao novo, ao que se transforma. Eu mesma, sempre gostei de escrever rimas, letras, mas sempre com um lado mais poético, procurando me entrosar no jogo das palavras. A língua portuguesa é demais.
Quando falamos de rap feminino ainda assim há um quê a mais. No geral, a filosofia de vida é outra, as vivências são outras e nada mais natural que as letras de rap sejam mais suaves, mesmo que em algumas letras existam a revolta e a indignação que embolam por dentro. Só é abordado de uma forma diferente.
O grande barato disso tudo é que há espaço pra todos que quiserem se manifestar. A arte não tem limites e o rap no Brasil é muito aberto a novas identidades, se essas tiverem personalidade e atitude suficiente pra botar a cara. As minas estão no caminho certo. Espaço tem de sobra, é só saber chegar.
Valeu!
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Vai na fé, nêgoo!!